Associação Internacional de Fãs do Conjunto The Monkees

Relatos Monkeeanos

Clique nos links abaixo para ler os respectivos relatos.
(Mande o seu!)

Cine Monkee - Gabriel
"Miquinhos" !!!??? - Sueli
Uma coisa super legal - Gabriel
Uma coisa super legal 2 - Gabriel
Daydream believer ou Momentos de tietagem explícita - Inês
As coisas mudam... (Parte I) - Mitch
As coisas mudam... (Parte II) - Mitch
A primeira vez que ouvi falar nos Monkees - Solange
Festa de aniversário - Renata
Eu vi o Mike! - Maria Regina
Sessão Dupla - Suzete
O primeiro vinil - Zulmira
Mentirinha - Maria Regina
Beliscão - Lucélia

Beliscão

Época: Anos 70
Personagens: Eu e uma grande amiga monkeeana.
Local: Cine São Geraldo - Penha - SP/SP (Não há mais este cinema).
Evento: THE MONKEES - HEAD

A paixão explodia. Tudo era e estava lindo! Íamos assistir HEAD!!! Os Monkees no cinema! Não era real! Parecia um sonho!!
Então, percebemos que o cinema estava quase vazio, infelizmente, é claro!
Nós nos sentamos e minha amiga pediu para que, juntas, gritássemos o mais alto possível, assim que surgissem na tela e, prometeu...
- Se você não gritar, juro que te dou um beliscão!
Bem, eu não pude gritar...Não tive forças...
Bem, ela cumpriu.

(Lucélia)

voltar ao topo da página

Mentirinha

Circunstâncias das mais incríveis acontecem pela nossa ansiedade de possuir ou ver algo a respeito dos Monkees. Comigo não foi diferente.

Cheguei a disputar no par ou ímpar o compacto "Valleri/Tapioca Tundra" numa loja de discos, pois era o único da casa e eu não tinha absolutamente nada deles. Ainda bem que a sorte estava comigo. Aliás, tudo relacionado aos Monkees me dá muita sorte.

Quando foi elaborada uma campanha na Associação para que o filme "Head" passasse no cinema do seu bairro, eu fiz um abaixo-assinado com vários nomes de pessoas que nem mesmo eu sabia se existiam e enviei para o Cine São Geraldo na Penha e a direção acatou o pedido e exibiu o "Head" durante uma semana. Naquela época o pessoal da minha escola resolveu assistir também e de repente a sensação foi de que realmente muitos conheciam e queriam vê-lo.

Meu ego ficou bastante satisfeito, apesar da minha pequena "mentirinha".

Tudo vale a pena quando o objetivo é Amor.

(Regina)

voltar ao topo da página

O primeiro vinil

Vou contar sobre o primeiríssimo disco dos Monkees que a Marilene e eu ganhamos. Foi de um programa de rádio para onde havíamos escrito pedindo que tocassem uma música. Sortearam um disco e nós ganhamos!
Ficamos contentíssimas! Não tínhamos nenhum disco dos Monkees, e, para dizer a verdade, nenhuma de nós tinha vitrola também, mas isso era mero detalhe...
Chegando à emissora fomos conduzidas a um estúdio. Embora eu estivesse me esforçando conscientemente para não parecer admirada diante de toda aquela parafernália eletrônica, não consegui... fiquei de boca aberta...
Foram chamar o apresentador, o Roberto Saldanha. Ele nos cumprimentou e disse que ia buscar o disco. A Marilene e eu mal podíamos esperar!
Ele foi lá dentro e voltou com um disquinho de uma cantora totalmente desconhecida chamada Sissy. Devemos ter feito uma cara de tão grande decepção que ele imediatamente falou: "Ah, vocês queriam um disco dos Monkees, não é?" Então foi lá dentro de novo e voltou com um compacto duplo dos Monkees, com "Last train to Clarksville", "I'm a Believer", "I'm not your steppin' stone" e "Theme from The Monkees"... na capa, o logotipo em forma de guitarra em amarelo sobre fundo azul, e abaixo uma foto dos rapazes.
Ficamos maravilhadas e só faltamos babar... não sei quanto à Marilene, mas eu não vi mais nada à minha volta, só o disco passando da mão do Roberto Saldanha para a mão da Marilene. Nem lembro como saimos de lá.
Depois a Ma me disse que ele ficou com a mão estendida para mim, para me dar até logo, e eu não retribui o cumprimento... juro que não vi nada...
Isso aconteceu em 1969. Foi sobre a capa desse disco, no dia 15 de fevereiro de 2003, que o Peter escreveu: "To Zulmira, love, Peter Tork".

(Zulmira)

voltar ao topo da página

Sessão Dupla

Bem, poderíamos ficar horas e horas e horas, lembrando histórias e acontecimentos que marcaram nossas vidas em função dos Monkees. Algumas delas não poderia deixar de mencionar, como a amizade e o carinho que tenho há pelo menos 25 anos com as pessoas maravilhosas que encontrei na Associação. Lucélia, Beny, Regina, Lucinélia; com o passar dos anos acabei encontrando, e conquistando, outras pessoas como a Zulmira, a Marilene, o Reilo, o Marcelo que apesar de ser fã do Elvis, também foi uma pessoa que conheci e adorei, pois acabei tendo contato com outros fãs clubes.

Lembrando do Head e do cine São Geraldo na Penha....

Não poderia esquecer, eu e minha irmã mais velha arrastamos a nossa avó para conseguir assistir ao filme, o que nos interessava na realidade era revê-los novamente, depois de algum tempo sem ver a série na TV. E aquele filme "A Ponte do Rio Kwait", foi o filme que passou antes (sessão dupla), não acabava nunca...Quando ia começar o nosso filme, nossa avó falou, vamos embora...quase morremos...Não vó, é agora que vai começar....aí ela ficou, mas não precisa dizer que odiou o filme..Depois disso, as famosas fotos espalhadas no cinema, posters e tudo mais...posso garantir que não ficou uma foto naquele cinema...todas sumiram !!! só eu tenho quatro e você ???

(Suzete)

voltar ao topo da página

Eu vi o Mike!

O que aconteceu comigo em fevereiro de 1976 foi algo incrível! Estava no carro do meu pai indo visitar uma tia minha doente, quando num farol -- perto do Aeroporto de Congonhas -- quem emparelhou conosco? Eu realmente olhei várias vezes e quase meu coração explodiu, minha barriga esfriou, e minha voz sumiu. Mas meus olhos continuavam vendo, e era quem? O nosso grande Michael Nesmith!!!!!!

Eu não estava acreditando, e depois que ele virou para o lado do aeroporto fiquei em estado catatônico! Achei que estava tendo alucinações! Mas depois de um tempo fiquei sabendo que o nosso amigo esteve no Brasil no carnaval daquele ano. Aí tive uma reação retardatária de histerismo. Afinal vi o Mike, e não gritei. Por isso quando foi agora com o Peter, soltei a matraca e felizmente ele correspondeu ao meu desejo.

Mas fico pensando: e se eu tivesse falado naquele dia?.... Bem... com certeza vamos merecer muitas chances pois o nosso amor há de ser o ímã para que sonhos se tornem uma grande e feliz realidade. Vamos confiar e esperar.

(Regina)

voltar ao topo da página

Festa de aniversário

Era uma vez...3 irmãzinhas na faixa de 11, 12 anos que gostavam muito dos Monkees. Um belo dia, lendo uma reportagem sobre eles, descobriram que dia 12 de setembro a banda faria aniversário. Acharam o máximo, e acharam também que deviam comemorar, prestando uma singela homenagem aos quatro rapazes que tanto admiravam...

No dia marcado fizeram então um super bolo de chocolate e fizeram também gelatina. Mas o detalhe especial ficou por conta dos bonequinhos-réplicas de Mike, Davy, Micky e Peter, que as meninas mandaram fazer com exclusividade por uma doceira...Todos vestidos com as blusas vermelhas de botões ! É claro que o gorro verde e os instrumentos não estavam inclusos, então elas mesmas os confeccionaram! Foram colocados então em cima do bolo.

A festa foi muito divertida, com direito a trilha sonora exclusiva Monkees, e também a fotos ! E todas ficaram felizes para sempre!

(Renata)

voltar ao topo da página

A primeira vez que ouvi falar dos Monkees

A minha história sobre os Monkees é até engraçada porque eu tinha apenas 1 ano e só amava Beatles. De repente meu pai colocou o disco dos Monkees "The Monkees Greatest Hits" (da capa laranja) e olhei para a capa do disco e achei todos esquisitos. Até que as minhas primas falaram: "Tio, o senhor parece com ele", referindo-se ao Micky Dolenz.
Até que aos 11 anos eu vi um documentário dos Monkees, e vi o finalzinho do seriado: quando acaba aparecem David Jones, Micky Dolenz, Michael Nesmith e Peter Tork. Aí já comecei a amar o Peter por causa daquele cabelinho curto e o sorriso lindo.
Aí depois de quase 8 anos comecei a amar o David Jones e o Mike Nesmith, o que dura até hoje.
Mas para mim os 4 Monkees são especiais, acredite se quiser.
Só agora percebi a semelhança entre o meu pai e o Micky (rsrsrsrs). Tanto que agora eu fiz um
fotolog e uma comunidade no Orkut.
Bem, essa é a minha história monkeeana: "A primeira vez que eu ouvi falar dos Monkees".
Bjs
(Solange Jones Nesmith)

voltar ao topo da página

As coisas mudam... (Parte I)

Quando eu era mais jovem tinha uma amiga que dizia amar os Beatles e anos 60 tanto quanto eu. Estávamos andando pela cidade e ela disse que o único conjunto que ela não gostava era dos Rolling Stones. Eu disse que só conhecia uma ou outra, então a moça disse que conhecia bem, pois seu irmão era fã, e que eles conseguiam ser mais chatos até do que os Monkees. Nesta época eu devia conhecer o tema e uma ou outra, e os seriados, como eu gostava de brincar e dormir mais do que de Tv, eu não tinha visto. Eu pensei :"Não conheço muito os Monkees, mas se é dos anos 60, época da maioria das bandas boas, deve ser bom."Mas ela retrucou dizendo que eles só sabiam imitar, e não eram nem fãs. Como eu não conhecia muito, fiquei quieta. Um dia fomos numa matinê de música dos anos 50 e 60. Tocaram o tema e ela dançou. Depois me disse que do tema ela gostava. Depois de um tempo, logo no começo de minha estadia em São Paulo, fui para o Rio, passar as férias. Naquela época eu era tão viciada em Beatles que não podia ficar um dia sem ouvir uma de suas músicas, então sempre levava alguns vinis, só que desta vez eu tive que levar um monte de coisas e não pude trazer vinil, e acabei tendo que ficar mais dias. Se fosse hoje eu cantaria, tocaria e minha saudade seria "aplacada", mas naquela época, eu mal sabia inglês, então comecei a ficar triste. Estava com saudades de ouvir os Fab. Procurei os discos de minha irmã Margaret que mora no Rio, mas não encontrei nada de Beatles, carreira solo no máximo, então Tchan tchan encontrei More of The Monkees. "É vamos ouvir estes Monkees e saber se eles eles são chatos mesmo como disseram..." Well, digamos que voltei a sorrir e não fiquei mais deprimida naquele dia...

Já a minha colega acho ou não tinha muita opinião formada ou não odiava os Stones tanto assim, pois tempos depois foi ao show deles, e declarou que amava o Jagger e que os Stones eram os melhores...

As coisas mudam...

(Mitch McKenna Jones - Vintage Monkees)

voltar ao topo da página

As coisas mudam... (Parte II)

Esta é segunda vez que escrevo uma segunda parte, felizmente a primeira vez que escrevi esta parte, ela foi extraviada. Digo felizmente, pois agora sim sinto uma alegria para escrever um Relato. Tenho duas décadas dedicadas aos Beatles e não me arrependo, pois eles continuam sendo uma grande banda formada por quatro gênios, que além de tudo são generosos. Mas DEUS sabe como eu não estava satisfeita, pois a maioria dos beatlemaníacos brasileiros agem como tubarões, então ELE providenciou e me mandou os Monkees, quatro pessoas para lá de especiais. Como vocês sabem os Monkees cruzaram a minha vida várias vezes, quando ouvi More, quando ouvia falar deles, quando fui à uma exposição de fã-clubes num clube de Pinheiros, no Senac Lapa, quando soube que André e minha irmã Arlete eram fãs e etc... então, eu já os conhecia muito bem, sabia seus nomes, conhecia algumas músicas, pretendia tocar alguma coisa deles. Como eu já os conhecia nunca esperei que pudesse acontecer o que aconteceu : eles me surpreenderam. Fui "atropelada" por seu carisma musical e pessoal à partir do dia em que pisei no Shopping Paulista, até aquele dia, André e eu "brincávamos" que deveríamos amar os Monkees, que seria melhor, mas daquele dia em diante nossa brincadeira virou "coisa de adulto" e ficamos gamados, logo toda a banda. Decidimos que formaríamos uma banda Cover de Monkees, sem saber que seríamos a primeira, apenas porque eles mereciam, depois de tanta luta em prol da música. Estreamos no Monkees Day, o show mais emocionante dos Vintage, principalmente porque estávamos ajudando as pessoas e porque Zul me chamou de Davy Jones. Os meses foram passando e nunca pude entender o que de fato estava sentindo por eles. Então, se aproximava o mês de dezembro e eu pensei em escrever para eles de Natal, bem, para Peter e Mike eu mandei um slide. E para Davy e Micky cartões de Natal Via correio.

Bem, hoje dia 20 de janeiro de 2005, estava a assistir um filme na Tv, quando o porteiro tocou a campainha para me entregar a correspondência, eles geralmente a deixam de baixo da porta, mas hoje resolveu me entregar, provavelmente, porque entre as contas havia um envelope grande com selo estrangeiro. Ele perguntou se era meu e eu vendo os sêlos disse :É meu. Depois fiquei triste, pois o envelope estava escrito com a minha letra, logo pensei "Minha carta voltou." :(

Mas aí reparei que estava escrito meu nome, e se tinha voltado, deveria ter o nome dele, então me lembrei que lhe enviei um envelope. Comecei a ficar alegre, devia ser resposta do Davy, do lado de fora percebi que havia um negócio que deveria ser um foto, conforme sabia que ele enviava. Gritei . Ao abrir, vi que era um envelope escrito meu nome com a letra dele (que letra !) Ao abrir o envelope personalizado, havia um lindo cartão com Davy montado a cavalo e um autógrafo de próprio punho (Yeah yeah yeah!) Gritei de novo ! Ao abrir o cartão personalizado havia uma mensagem personalizada de Ano Novo ! Gritei e acho que tive um leve desmaio. Depois acordei e continuei a ler e reler, meu coração estava pulando. Logo, André chegou e contei-lhe a novidade. E relemos tudo de novo.

Foi uma emoção indescritível, não foi como pensei que seria: não foi só como receber correspondência de um Monkee, de uma pessoa que te inspira, de um dos melhores cantores do mundo, do melhor percussionista do mundo, de um dos mais amáveis músicos do mundo, de um símbolo dos anos 60, foi tudo isso e muito mais. Foi como receber um presente com o qual você sonha há muito tempo, foi como receber notícias e a visita de um irmão que você não`vê há muito tempo, ou melhor o qual você nunca conheceu pessoalmente. E é isso que o doce Davy é para mim.

Now I`m a Believer :) !

(Mitch McKenna Jones - Vintage Monkees)

voltar ao topo da página

Daydream believer ou Momentos de tietagem explícita

Sonhos se realizam – é só acreditar. O que parece impossível, muitas vezes está bem próximo a nós. Quando menos a gente espera, tudo pode acontecer. Foi o que aconteceu comigo. Eu era encarregada da correspondência internacional da AIFCTM. Consegui muitos contatos com fãs e fã-clubes nos EUA, Inglaterra e até Austrália. Mas o melhor de tudo foi quando, depois de várias tentativas escrevendo para a secretária do Davy, eis que, de repente, não mais que de repente, recebo em casa um cartão de ninguém mais, ninguém menos que... o incrível, o maravilhoso, o super DAVY JONES. Sim, ele mesmo!!! Eu não sabia se chorava, se gritava, se desmaiava, se pulava. A emoção,a alegria, o coração querendo sair do peito – foi algo indescritível. Isso foi em fevereiro de 1979, na época o Davy morava na Inglaterra e atuava em musicais infantis. Mas não foi só isso. Davy escreveu duas vezes mais - em junho de 1979 e maio de 1980, dessa vez foi carta mesmo, com duas páginas e com algumas fotos autografadas. Ele escreveu dizendo que era fã de futebol e que na época ele estava machucado justamente porque tinha jogado futebol numa partida beneficente. Para finalizar ele escreveu um poema, que transcrevo:

"The river flows faster by the day abandoning every other reason but its own – Winter you should share the blame for my misused days weeks months for no longer my desire to hold Spring. Be held by Summer and relax contented with Autum familiar colours. Go away Winter you're not welcome any more. DJ"

Ele não é lindo, incrível, maravilhoso???!!!:o)))

(Inês Jones)

voltar ao topo da página

Uma coisa super legal

Estou escrevendo para contar uma coisa super legal que aconteceu comigo. Escrevi diversas cartas a todos os Monkees (literalmente, acho que foram 22) esperando uma resposta dos caras. Sempre soube que eles são pessoas ocupadas, mas coração de fã sempre tem a esperança de que seu ídolo responda .

Foi num dia que saí mais cedo da escola, cabulei a última aula (educação física), e fui ao correio depositar minha última carta, dessa vez destinada ao Davy. Minha mãe me buscou e me levou para casa. Fui numa tristeza enorme, pq achava que ele nunca iria me responder. Na porta de casa, eu vi o carteiro deixar (e o cretino amassou tudo) um envelope marrom, nem olhei pra ver o que era.

Subi para meu quarto, liguei o rádio para ouvir um CD dos Monkees. Quando começou aquela introdução de Daydream Believer (coincidência ou não, essa foi a 1ª música que ouvi da banda) minha mãe entrou correndo no meu quarto igual uma louca dizendo:"GABRIEL, ACHO QUE ALGUÉM RESPONDEU!!!!".
Meu coração parecia a bateria da Portela, olhei o remetente e vi o endereço do Davy.

Dentro do envelope estavam DUAS FOTOS AUTOGRAFADAS. Foi muito legal mesmo.
Mandei outra carta agradecendo as fotos (e também contei sobre o Monkees Day). Se ele leu ou não, eu nunca vou saber...
Agora faltam os outros 3 Monkees; e eu não vou desistir de mandar cartas e e-mails para eles. Espero que eu volte a escrever aqui, dessa vez contando como foram as outras cartas respondidas...

(Gabriel Tork)

voltar ao topo da página

Uma coisa super legal 2

Oi todo mundo! Sou eu, Gabriel, escrevendo de novo. E é novamente sobre aquele ser simpático e atencioso que atende pelo nome de David Jones que eu vou escrever mais uma vez.

Mandei pra ele uma outra carta agradecendo as fotos que ele me mandou, junto com a carta, mandei um desenho que eu demorei 3 dias para fazer (que ficou muito bonito) e um cd que eu e um amigo meu gravamos com a música Daydream Believer.

Novamente, achei que ia ficar por isso mesmo, mas no dia 11 de Outubro, enquanto eu ouvia "Rainy Jane" no meu rádio, minha mãe chega em casa com um punhado de cartas e compras do supermercado. Por curiosidade, peguei o envelope maior e vi o endereço da Davy. E mais uma vez, meu coração batia tanto, que era visível por cima da camisa.

Era um cartão com o Davy montado a cavalo, igual ao da Mitch McKenna Jones, e mensagem dizia que ele havia gostado de me ouvir cantar (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) e que gostou do meu desenho.

Fiquei em estado de choque o restante do dia, e me sinto muito feliz em pensar que uma pessoa que eu admiro tanto, se lembrou de mim.

(Gabriel Torkhelson Jones)
(depois da 2ª carta, eu Tinha que por o nome dele aí,né?)

voltar ao topo da página

"Miquinhos" !!!???

Anos 80, o seriado passando na TV, fãs e mais fãs, descobri eu e algumas amigas o endereço da Associação, e eis que de vez em quando tocava música dos Monkees na Rádio Excelsior em São Paulo, e quem fazia o programa??? Nada mais que Mauricio Kubrusly, sim o mesmo que hoje está na Globo, no Fantástico. Aí eu e uma amiga da época, a Regiana Tork, decidimos ir na rádio visitar o Mauricio, mas na verdade tínhamos raiva dele pois ele simplesmente chamava os Monkees de " Miquinhos " !!???. Eis que estavamos à espera dele lá na radio e ele começa então o programa. E como? Nos apresentando !!! Dizendo que hoje tinha 2 fãs dos Miquinhos !!!??? no estúdio. Aí ele mandou cada uma para um microfone e começou a fazer perguntas sobre eles, sobre o fã clube e sobre nós. Só lembro que eu e minha amiga Regiane tremíamos de cima a baixo de tanta emoção, afinal tínhamos ido lá pra falar com ele e para ele não chamar os Monkees de miquinhos, mas ele foi tão atencioso conosco e no final até pôs música deles no ar. Foi emocionante, nos sentimos vitoriosas, e o Maurício até acabou confessando que até que não achava eles tão mal assim. Pra nós foi uma honra afinal o Maurício na época era o guru dos críticos de música.

Foi isso, incrível não? Beijos

(Sueli Sempre Jones)

voltar ao topo da página

Cine Monkee

Estou escrevendo para contar como foi o Cine Monkee - que ocorreu dia 2 de Junho de 2006.

Bom, a Zulmira teve a idéia de fazer uma exibição de "HEAD", o problema era que nós não tínhamos um local para fazê-lo. Foi aí que eu sugeri a minha escola.

Redigi um texto explicando o que era o fime, qual a importância dele, escrevi sobre o "Monkees Brasil" (entre outras coisas) e entreguei na mão de uma das diretoras do colégio. Passou uma semana de pura agonia e não tinham me dado resposta, estava até achando que não ia rolar... Mas aí, a própria diretora me disse que SIM!!!!! SIM!!!!! ELA HAVIA NOS AUTORIZADO A EXIBIR O FILME!!!!!!!

De fato, nenhum dos meus amigos acreditou que ela deixaria até ouvir isso da boca dela.

A escola cedeu o anfiteatro e nos permitiu decidir o dia e o horário da exibição. Compareceram: Zulmira, Cibelle, Érika, Solange (QUE ALUGOU HEAD) e o Gilberto.

Foi demais!! Primeiro passou o "Daydream Believers" (antes que eu me esqueça: MUUUUUUUUUUUUITO OBRIGADO REGINA, POR TER NOS EMPRESTADO ESSA FITA) e depois o HEAD. Quando começou o HEAD, o cara da cabine de som apagou todas as luzes e aumentou o volume.... e, conforme a música "Porpoise Song" foi aumentado, eu senti uma alegria tão grande na hora, que fiquei temporariamente mudo. Não conseguia nem me mexer!

Depois nós fomos para a cantina do colégio e falamos do filme, dos Monkees, e, pra fechar com chave de ouro, tiramos uma foto na pose do HEADQUARTERS!!!!! Foi realmente inesquecível!!!!

(Gabriel Torkhelson Jones)

voltar ao topo da página